Parte 01
As vezes no silêncio da noite,
Eu fico imaginando um arroz,
Eu fico ali sonhando acordado, pensando,
Nossa! como eu queria um arroz!
Bem que poderia ser solto,
E que a panela fosse pra mim,
Queria mesmo estar sozinho...
Parte 02
Não sou nem quero ser mendigo,
Mas um ranguinho as vezes cai bem,
Eu tenho meus cachorros-quentes secretos,
Não vou dar pra você nem ninguém,
Parte 03
Vê se me esquece e some!
Meu rango é só meu, nem vem!
Não adianta pedir, ninguém ganha!
Refrão
Quando a gente come,
É claro que a gente cuida,
Fala que tem pouco,
Só que é pra galera ir embora,
Ou você me engana, ou não mora na rua,
iê iê iê,
Vê se come tudo, ou pode ir dando o fora!
As vezes no silêncio da noite,
Eu fico imaginando um arroz,
Eu fico ali sonhando acordado, pensando,
Nossa! como eu queria um arroz!
Bem que poderia ser solto,
E que a panela fosse pra mim,
Queria mesmo estar sozinho...
Parte 02
Não sou nem quero ser mendigo,
Mas um ranguinho as vezes cai bem,
Eu tenho meus cachorros-quentes secretos,
Não vou dar pra você nem ninguém,
Parte 03
Vê se me esquece e some!
Meu rango é só meu, nem vem!
Não adianta pedir, ninguém ganha!
Refrão
Quando a gente come,
É claro que a gente cuida,
Fala que tem pouco,
Só que é pra galera ir embora,
Ou você me engana, ou não mora na rua,
iê iê iê,
Vê se come tudo, ou pode ir dando o fora!
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