Após algumas observações um tanto quanto detalhistas, cheguei a conclusão que a mentira vem tomando conta do nosso cotidiano. Mentimos tanto e por coisas tão insignificantes que começamos a pensar que a mentira é uma arte. Quem mentir melhor, ganha. Quem nunca teve, ou tem, um amigo muito mentiroso? Aquele cara que sempre tem uma história melhor que a de todo mundo. Se você contar que conhece um cara que assaltou um banco, ele vai contar que conhece um cara que assaltou um banco maior, com um esquema de segurança extremamente impossível de burlar e que depois disso começou a reunir seguidores para assaltar bancos ao redor do planeta. É claro que ele fez uma mistura de "Onze homens e um Segredo" com "Jesus de Nazaré".
Assim como fumantes geralmente reconhecem fumantes mesmo que não estejam fumando, mentirosos também se reconhecem mesmo sem estar mentindo. A pior coisa é estar em uma roda de conversa com dois mentirosos e não estar nem um pouco interassado na conversa deles. Ainda estou tentando descobrir uma razão para tanta mentira. Seria tão mais simples e honesto se as pessoas disessem "desculpe seu guarda, esqueci de por o cinto, pode me dar a multa por favor", "meu cartão de crédito foi cancelado, posso pegar 2 chops e sair sem pagar, por favor? Eu venho aqui todo final de semana poxa" ou ainda "sim, fui eu que peidei e pode se preparar porque de onde veio este tem muito mais". Entre casais por exemplo, quando um dos dois vai sair, seria simples dizer "querida, vou sair com uns amigos, beber todas e ficar falando sobre mulheres e sexo, não vou pegar ninguém, eu te amo" ou "coração, da pra falar pra sua irmã parar de dar em cima de mim porque se não eu vou acabar pegando ela de jeito e você não vai gostar nada disso" ou ainda "boa noite, e não espere que eu não vou ligar amanhã tá, a gente se vê por ae".
Mentir para a mãe então é a forma como todos iniciam a carreira de mentiroso. "Não fui eu mãe", "ele que começou", "esqueci da louça", "o chuveiro estragou, tem como mandar mais dinheiro essa semana?", "eu não fumo, foi meu amigo que esqueceu na mochila, quer cheirar minha boca também?!", "claro que fui bem na prova" e depois "mas todo mundo também foi mal!", "tenho que fazer um trabalho, fala pra vó que eu mandei um abraço" são alguns poucos exemplos das infinitas mentiras que contamos às nossas probres genitoras. Tenho uma teoria de que pessoas que não tem mãe tendem a ser mais honestas, mas é claro que existem excessões.
Com isso, podemos perceber que a mentira está entrelaçada nas entranhas da sociedade, infelizmente mentir é da nossa natureza e como diz o provérbio, "Uma mentira dita 100 vezes torna-se uma verdade", acabamos por acreditar tanto nas mentiras dos outros como nas nossas. Mas aqui fica uma dica, não fique repetindo "eu sou um milionário" ou "ano que vem eu estudo mais" porque não vai funcionar, acredite, experiência própria.
Assim como fumantes geralmente reconhecem fumantes mesmo que não estejam fumando, mentirosos também se reconhecem mesmo sem estar mentindo. A pior coisa é estar em uma roda de conversa com dois mentirosos e não estar nem um pouco interassado na conversa deles. Ainda estou tentando descobrir uma razão para tanta mentira. Seria tão mais simples e honesto se as pessoas disessem "desculpe seu guarda, esqueci de por o cinto, pode me dar a multa por favor", "meu cartão de crédito foi cancelado, posso pegar 2 chops e sair sem pagar, por favor? Eu venho aqui todo final de semana poxa" ou ainda "sim, fui eu que peidei e pode se preparar porque de onde veio este tem muito mais". Entre casais por exemplo, quando um dos dois vai sair, seria simples dizer "querida, vou sair com uns amigos, beber todas e ficar falando sobre mulheres e sexo, não vou pegar ninguém, eu te amo" ou "coração, da pra falar pra sua irmã parar de dar em cima de mim porque se não eu vou acabar pegando ela de jeito e você não vai gostar nada disso" ou ainda "boa noite, e não espere que eu não vou ligar amanhã tá, a gente se vê por ae".
Mentir para a mãe então é a forma como todos iniciam a carreira de mentiroso. "Não fui eu mãe", "ele que começou", "esqueci da louça", "o chuveiro estragou, tem como mandar mais dinheiro essa semana?", "eu não fumo, foi meu amigo que esqueceu na mochila, quer cheirar minha boca também?!", "claro que fui bem na prova" e depois "mas todo mundo também foi mal!", "tenho que fazer um trabalho, fala pra vó que eu mandei um abraço" são alguns poucos exemplos das infinitas mentiras que contamos às nossas probres genitoras. Tenho uma teoria de que pessoas que não tem mãe tendem a ser mais honestas, mas é claro que existem excessões.
Com isso, podemos perceber que a mentira está entrelaçada nas entranhas da sociedade, infelizmente mentir é da nossa natureza e como diz o provérbio, "Uma mentira dita 100 vezes torna-se uma verdade", acabamos por acreditar tanto nas mentiras dos outros como nas nossas. Mas aqui fica uma dica, não fique repetindo "eu sou um milionário" ou "ano que vem eu estudo mais" porque não vai funcionar, acredite, experiência própria.
hahahaha adorei!
ResponderExcluir