Conversando com um amigo hoje no msn sobre um texto que falava do amor, entramos na velha guerra dos sexos entre homens e mulheres. Homens são assim, mulheres assado. Elas amam e nós somos apenas animais que só pensam em reprodução, ou melhor, em praticar o ato da reprodução mas não necessariamente com esse objetivo.
O texto dizia que quando um homem trai e chega em casa, a mulher pergunta: mas você ainda me ama? Já a mulher, quando chega em casa após a traição, o homem pergunta: você gostou? onde foi? quantas vezes? E mesmo se ela não responder, ele insiste até conseguir a resposta. Foi aí então que esse meu amigo disse "Não quero ser homem, quero voltar a ser menino, muleque, sem saber o que é sexo..." e isso me fez relembrar a minha época de menino muleque. Mais do que isso. Me fez relembrar as paixões que eu tive enquanto menino muleque. Que sentimento lindo. Puro. Simples e objetivo. Eu era simplesmente apaixonado pela menina. Não me interessava que tipo de música ela gostava, a cor do carro, onde morava, o que gostava de fazer, os filmes prediletos, os sonhos, as ambições, a cor do cabelo, se era boa de cama, se era bem falada, nada disso importava, era apenas o sentimento por si só.
Foi relembrando esses fatos que me dei conta de que conforme crescemos, por mais que as razões pelas quais nos apaixonamos por alguém ainda possam ser as mesmas da infância, ou seja, desconhecidas (só que puramente sentimentais), as razões para brigarmos, discutirmos e até separarmos, muitas vezes, são totalmente opostas às da união, e por quê? Porque crescemos. Até esse momento eu achava que eu não era assim, mas parando para pensar, aos poucos, vamos nos transformando sem perceber em pessoas mais frias, descrentes e desiludidas, pensando cada vez mais em satisfação pessoal. Talvez você não concorde comigo, mas faça antes um paradoxo entre você criança e você hoje. Não sei a sua, mas a minha diferença de tão gritante ficou até sem voz.
O texto dizia que quando um homem trai e chega em casa, a mulher pergunta: mas você ainda me ama? Já a mulher, quando chega em casa após a traição, o homem pergunta: você gostou? onde foi? quantas vezes? E mesmo se ela não responder, ele insiste até conseguir a resposta. Foi aí então que esse meu amigo disse "Não quero ser homem, quero voltar a ser menino, muleque, sem saber o que é sexo..." e isso me fez relembrar a minha época de menino muleque. Mais do que isso. Me fez relembrar as paixões que eu tive enquanto menino muleque. Que sentimento lindo. Puro. Simples e objetivo. Eu era simplesmente apaixonado pela menina. Não me interessava que tipo de música ela gostava, a cor do carro, onde morava, o que gostava de fazer, os filmes prediletos, os sonhos, as ambições, a cor do cabelo, se era boa de cama, se era bem falada, nada disso importava, era apenas o sentimento por si só.
Foi relembrando esses fatos que me dei conta de que conforme crescemos, por mais que as razões pelas quais nos apaixonamos por alguém ainda possam ser as mesmas da infância, ou seja, desconhecidas (só que puramente sentimentais), as razões para brigarmos, discutirmos e até separarmos, muitas vezes, são totalmente opostas às da união, e por quê? Porque crescemos. Até esse momento eu achava que eu não era assim, mas parando para pensar, aos poucos, vamos nos transformando sem perceber em pessoas mais frias, descrentes e desiludidas, pensando cada vez mais em satisfação pessoal. Talvez você não concorde comigo, mas faça antes um paradoxo entre você criança e você hoje. Não sei a sua, mas a minha diferença de tão gritante ficou até sem voz.
eu li né. to entrando vários dias, coloquei nos meus preferids pra entrar sempre, mas daí eu pensei, se eu nao deixar um coments ele nao vai saber que eu to aqi. ai resolvi dar um OI.
ResponderExcluirNego, parabéns, tá demais o seu blog. bjinhos